Geral
Balanço do SAMU revela mais de 9,5 mil atendimentos em 2025 e alerta para alta no número de trotes
O relatório também chama atenção para os trotes
Admin2025-11-20Fonte: NTV
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) divulgou o balanço parcial das atividades de 2025 e os números reforçam a intensidade da rotina das equipes. De janeiro até agora, mais de 9.500 atendimentos já foram realizados, a maioria envolvendo idosos e vítimas de quedas da própria altura, que seguem liderando o ranking de ocorrências.
Segundo o levantamento, o público que mais aciona o serviço é formado por homens acima dos 60 anos. Em seguida, aparecem jovens na faixa dos 20 aos 29 anos, que também representam parcela significativa das chamadas.
As quedas continuam sendo o motivo mais frequente para acionamento do SAMU, enquanto acidentes de trânsito ocupam a segunda posição entre as causas de atendimento.
O relatório também chama atenção para um problema recorrente: os trotes. Somente em 2025, mais de 1.200 ligações falsas foram registradas, número que preocupa pela interferência direta no tempo de resposta e pelo risco que representa à população que realmente necessita do serviço.
Nos atendimentos clínicos, as equipes realizam avaliação no local e, quando necessário, encaminham o paciente para a UPA. Já em situações mais graves, como suspeita de AVC, o protocolo exige avaliação imediata com apoio de um neurologista. Os casos de trauma, por sua vez, são direcionados ao Hospital Regional, unidade de referência para atendimentos de alta complexidade.
Segundo o levantamento, o público que mais aciona o serviço é formado por homens acima dos 60 anos. Em seguida, aparecem jovens na faixa dos 20 aos 29 anos, que também representam parcela significativa das chamadas.
As quedas continuam sendo o motivo mais frequente para acionamento do SAMU, enquanto acidentes de trânsito ocupam a segunda posição entre as causas de atendimento.
O relatório também chama atenção para um problema recorrente: os trotes. Somente em 2025, mais de 1.200 ligações falsas foram registradas, número que preocupa pela interferência direta no tempo de resposta e pelo risco que representa à população que realmente necessita do serviço.
Nos atendimentos clínicos, as equipes realizam avaliação no local e, quando necessário, encaminham o paciente para a UPA. Já em situações mais graves, como suspeita de AVC, o protocolo exige avaliação imediata com apoio de um neurologista. Os casos de trauma, por sua vez, são direcionados ao Hospital Regional, unidade de referência para atendimentos de alta complexidade.
