Câmara recebe denúncia contra secretário municipal de planejamento
No documento, um empresário do ramo imobiliário, acusa o secretário de irregularidades
O empresário José Antônio Cardoso, encaminhou para a Câmara de Vereadores, documento com denúncia contra o secretário municipal de planejamento, Júlio César de Castro Fonseca, por supostas arbitrariedades cometidas à frente do cargo. Além do caso apresentado por ele, outras acusações foram lidas em plenário na reunião desta quinta-feira (19).
Em sua denúncia, o empresário relatou que obteve em setembro de 2016 junto à administração municipal, alvará para a construção de dois prédios, mas que quando tentou renovar a licença para dar sequência aos empreendimentos, o secretário Júlio César de Castro, teria ao seu ver, de maneira ilegal e em abuso de poder se negado a promover a renovação.
Outras acusações.
Também foram lidas durante a sessão ordinária, outras denúncias, constantes de publicação que vem circulando na cidade, em nome dos construtores de prédios, casas, incorporadores e investidores em loteamento.
O material que também foi encaminhado para o Ministério Público, intitulado como “queixa crimeâ€, acusa o secretário de desrespeitar, perseguir, e humilhar todo o seguimento produtivo da incorporação, construção e engenharia, citando que isso estaria beneficiando pessoas do seu interesse.
Sobre a possibilidade de uma investigação dos atos denunciados, o presidente do legislativo patense, Vicente de Paula, disse que antes de tudo um requerimento precisa ser apresentado com a assinatura de um terço dos vereadores (6), para então caso entrar em votação, e se for aprovado a partir de então se instalaria uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI.
Em resposta a denúncia apresentada pelo empresário, José Antônio Cardoso, o secretário Júlio Cesar de Castro afirmou que a secretaria cumpre rigorosamente a lei, afirmando que caso está na Justiça, e que aguarda por uma definição. A respeito dos outros questionamentos, ele disse que desafia os autores que não se identificaram, a apresentar provas sobre o suposto beneficiamento do empreendedor citado no texto.
