Fhemig nega que tenha ocorrido dúvida na identificação de bebê no Regional
Segundo o órgão, o fato da mãe ter incompatibilidade sanguínea com a filha, teria provocado o equívoco
A Fhemig negou na tarde desta quarta-feira (16) que tenha ocorrido erro na identificação de um recém nascido no Hospital Regional de Patos de Minas. A mãe que é moradora da cidade de Lagoa Formosa deu a luz no fim de semana e segundo informações de pessoas próximas, houve dúvida durante a identificação do parentesco da criança.
Em nota a assessoria de imprensa da Fhemig disse que a paciente Karícia dos Santos, de 16 anos, chegou à maternidade em trabalho de parto avançado. Ao nascer a menina foi imediatamente identificada com pulseirinha, na presença dos pais. E em seguida, a criança foi colocada em contato pele a pele junto a mãe. O procedimento é necessário para minimizar a chance de ocorrer quaisquer erros de identificação de bebês.
Ainda de acordo com a nota, o que ocorre é que a mãe tem tipo sanguíneo O+ e a criança é B +, ou seja, um caso de incompatibilidade ABO - o que por si só não representa um grande risco à saúde do bebê, apenas uma maior chance de desenvolvimento de icterícia neonatal.
O texto segue explicando que sempre que a mãe é RH negativo ou tipo sanguíneo O, é feito exame para saber o tipo sanguíneo do bebê para, dessa forma, detectar uma provável incompatibilidade. A nota afirma também que trata-se de uma conduta padrão e que em nada está relacionado a exame de DNA.
Outra informação dada pela Fhemig é que a criança também passou por exame de bilirrubina, para detecção de icterícia, apontando que o bebê não precisará de banho de luz e poderá receber alta em breve.
