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Grevistas reclamam de perseguição e ameaça no Hospital Regional

A categoria pede reajuste salarial com base na inflação do período, reestruturação do plano de carreira, redução da jornada de 40 para 30 horas semanais e mudança da data-base, entre outros

Admin2016-04-30Fonte: Edvar Santos - Fotos: Daniel Soares.
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O servidores estaduais da saúde seguem em greve sem previsão de término. Conforme o comando, a paralisação atinge aproximadamente 80% dos trabalhadores. São servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, da Fundação Ezequiel Dias (Funed), de escolas de sáude pública e da Secretaria de Estado da Saúde (SES). No Hospital Regional de Patos de Minas da rede Fhemig, a escala mínima de 30 % está sendo cumprida. Esta semana uma diretora do Sind-Saúde, afirmou que os servidores estão sendo ameaçados.

A greve geral começou no dia 25 de abril. São cerca de 35 mil servidores da saúde em todo estado. De acordo com representantes do Sind-saude, as negociações com o governo do Estado vem se arrastando e não houve definição sobre as reivindicações. A categoria pede reajuste salarial com base na inflação do período, reestruturação do plano de carreira, redução da jornada de 40 para 30 horas semanais e mudança da data-base, entre outros.

Em Patos de Minas, segundo a diretora do sindicato, Agda Vieira, a diretoria do Hospital Regional Antônio Dias, não estaria respeitando o direito de greve. Ela diz que está havendo assédio, perseguição e ameaça contra os servidores grevistas. Uma reunião deve ser feita com a direção do hospital nos próximos dias, para tratar do assunto. Ainda segundo a diretora do sindicato, a greve segue por tempo indeterminado.