Geral
Moradora cobra providências para obra inacabada da Copasa no bairro Santa Luzia
Há uma semana, uma equipe da companhia abriu um buraco na via e desde então, ninguém retornou para finalizar o serviço
Admin2024-06-26Fonte: NTV
Uma moradora do bairro Santa Luzia cobra providências do poder público, a respeito de uma obra iniciada pela Copasa, que há uma semana não é finalizada. Ela registrou a situação e encaminhou ao jornalismo da NTV, para pedir ajuda.
As imagens encaminhadas pela telespectadora Maria Reis chamam a atenção para o estado da via pública, no bairro Santa Luzia, em Patos de Minas. Na Rua Ponta Porã, três buracos tomam conta da via, enquanto outro ocupa parte do cruzamento com Rua Dalva Ferreira Silva.
Além disso, a mulher relata que há cerca de cinco dias acionou a Copasa, para corrigir um vazamento na rua; uma equipe da companhia esteve no local, isolou a área e abriu um buraco na via para averiguar o vazamento. Entretanto, depois de aberto o buraco, ninguém retornou para finalizar o serviço.
Maria também queixa que há cerca de dois meses, o local está sem limpeza dos varredores. No entorno, também é possível observar a quantidade de mato alto que ocupa parte das calçadas.
Diante da situação, ela teme pelo trânsito no local, visto que há movimentação de motociclistas, motoristas, e até de crianças que vêm e vão para a escola na região. Preocupada com o estado da via, ela cobra providências do poder público.
As imagens encaminhadas pela telespectadora Maria Reis chamam a atenção para o estado da via pública, no bairro Santa Luzia, em Patos de Minas. Na Rua Ponta Porã, três buracos tomam conta da via, enquanto outro ocupa parte do cruzamento com Rua Dalva Ferreira Silva.
Além disso, a mulher relata que há cerca de cinco dias acionou a Copasa, para corrigir um vazamento na rua; uma equipe da companhia esteve no local, isolou a área e abriu um buraco na via para averiguar o vazamento. Entretanto, depois de aberto o buraco, ninguém retornou para finalizar o serviço.
Maria também queixa que há cerca de dois meses, o local está sem limpeza dos varredores. No entorno, também é possível observar a quantidade de mato alto que ocupa parte das calçadas.
Diante da situação, ela teme pelo trânsito no local, visto que há movimentação de motociclistas, motoristas, e até de crianças que vêm e vão para a escola na região. Preocupada com o estado da via, ela cobra providências do poder público.
