Seca prolongada prejudica e encarece a produção
Alguns produtos tiveram aumento de aproximadamente 20 a 60 % no preço da caixa.
A falta de chuvas tem feito os consumidores sentir no bolso os efeitos da estiagem. Com a seca prolongada, os alimentos estão em falta e os preços só aumentam. O movimento ainda é grande no Ceasa Regional, mas a quantidade de alimentos nas caixas vem diminuindo a cada dia.
De acordo com produtores rurais, a produção de alimentos ficou prejudicada, e o reflexo disso são os preços mais altos. Segundo os agricultores, a falta de água prejudicou seriamente a plantação. Nem mesmo a irrigação das culturas conseguiu dar conta de toda a produção. Ronan Alves é produtor rural há 6 anos. Segundo ele, em todos esses períodos de trabalho com a agricultura, essa está sendo a pior seca enfrentada.
Algumas frutas, verduras e tubérculos tiveram aumento de aproximadamente 20 a 60 % no preço da caixa. A abobrinha, o quiabo e o tomate são os que mais encareceram. Alguns deles que custavam e torno de R$ 30,00 a 40,00 reais a caixa, hoje é vendida por pelo menos R$100,00 reais. Embora as expectativas não sejam as melhores, os produtores e comerciantes esperam as chuvas, para que a produção volte ao normal e os alimentos não faltem para a população.
