Sem água, invasores reclamam que a prefeitura não abre negociação
Os ocupantes das casas populares já procuraram um advogado para obter o apoio jurídico
A invasão da unidades habitacionais do Esperança IV, continua. A água que estava sendo utilizada e que era fornecida para os trabalhos da obra, foi cortada nessa terça-feira (14), causando revolta. Eles se reuniram para decidir quais as ações deverão ser tomadas para permanecer no local e obter de volta o fornecimento.
Foi no final da tarde dessa terça, que as famílias participaram de mais uma reunião. Desta vez. com os ânimos exaltados já que à tarde, o fornecimento de água no Bairro foi cortado. Os ocupantes cogitaram algumas manifestações e a eleição de lideranças para ajudar a negociar a posse dos imóveis. As famílias reclamam da prefeitura que ainda não abriu frente para negociação e querem a garantia de que poderão ficar com os imóveis.
Dispostos a pagar pelas unidades, eles disseram que as casas foram ocupadas porque as famílias foram retiradas da fazenda experimental da Epamig, devido a reintegração de posse determinada pela Justiça. Dispostos a pagar pelas casas, eles afirmaram que a obra estava abandonada e por isso realizaram a invasão.
Os ocupantes das casas populares já procuraram um advogado para obter o apoio jurídico. Sem água, ficou definido na reunião, que as famílias deverão procurar a companhia de abastecimento de água de Patos de Minas para negociar a religação.
