Arquivada denúncia contra o Vereador Lásaro Borges
A votação pelo arquivamento teve 10 votos favoráveis e 7 contrários
Com uma votação de 10 a 7 a denúncia contra o Vereador Lásaro Borges sobre o suposto envolvimento com ação de falso oftalmologista ocorrida em um bairro de Patos de Minas, foi arquivada pela Câmara na reunião desta quinta-feira (20).
A Comissão especial apresentou no plenário da casa o relatório sobre a apuração da denúncia contra o Vereador, com dados sobre o suposto envolvimento com a atuação de um falso oftalmologista que realizou atendimentos na sede da Associação dos Moradores do Bairro Alvorada. A votação foi pelo arquivamento com 10 votos favoráveis e 7 contrários dos vereadores, Tonhão da Copasa, Braz Paulo, Edimê Avelar, Bosquinho, Duda, Carlito e Itamar André que consideravam necessário dar prosseguimento as investigações da denúncia.
O presidente do legislativo, Francisco Frechiani, disse entender que o vereador não foi quem trouxe o suposto falso profissional para o município, já tendo atendido em vários locais da cidade. Para Frechiani, a questão de ser ou não médico deve ser investigada não pela Câmara, mas pelo Ministério Público. O vereador Carlito declarou que vê o resultado como um desrespeito ao trabalho realizado pela comissão, entendendo que as investigações deveriam continuar.
Para o Presidente da Comissão, Braz Paulo, embora já se saiba que o caso está sendo investigado pelo MP e Polícia, a impressão que se passa é de que a Câmara virou as costas para a população. " Nós não podemos dizer simplesmente que isso não é da nossa conta. Eu acho que o plenário diz para a população, isso não é com a gente. Quando na verdade eu acredito que deveria também ser com a gente." Finalizou.
O vereador Lásaro Borges comemorou a decisão do plenário. Segundo ele, o importante foi levar a verdade para a população sobre o ocorrido, enfatizando que em momento algum foi o autor ou promoveu a ação no Bairro Alvorada. De acordo com o vereador, ele apenas apoiou um ato da associação de moradores e que não tinha conhecimento da situação do suposto falso profissional.
