Elmiro alega ter visto irregularidades na Copasa, mas que não pôde fazer nada por ser apenas vice-presidente
O ex-deputado estadual foi ouvido durante mais uma etapa da CPI Nº 01/2021.
Na tarde desta quarta-feira (28), o ex-deputado estadual Elmiro Alves do Nascimento (DEM) foi ouvido em mais uma etapa da comissão parlamentar de inquérito que apura possÃveis irregularidades nos serviços prestados pela Copasa em Patos de Minas.
Em 2008, ocasião em que o contrato de tratamento de água e esgoto foi assinado, o polÃtico foi deputado estadual e no ano seguinte, a irmã do mesmo, Beia Savassi, tomou posse como prefeita de Patos de Minas. Além do que em 2014, Elmiro atuou brevemente como vice-presidente da Copasa.
Elmiro alegou ter presenciado “alguma irregularidade†na companhia nos três meses em que foi vice-diretor da mesma, mas que o cargo não lhe conferia nenhuma ação na empresa, servindo apenas para substituir o presidente em alguma eventual ausência.
“Na época, em momento nenhum o presidente afastou para que eu pudesse assumir e viabilizar. Mas aquilo foi logo no final do governo do Antônio do Valle, teve audiência pública, na Câmara, tudo foi aprovado e assinado, e juridicamente não tinha o que fazerâ€, alegou Elmiro.
Mesmo que durante a oitiva, Elmiro Nascimento tenha relatado sobre a existência possÃveis irregularidades na Copasa, para o deputado estadual, a empresa prestava um bom serviço para o municÃpio no momento em que esteve no cargo.
Ao ser indagado sobre o rompimento do contrato com a Copasa, o deputado disse que falta vontade polÃtica. “Nós sabemos da amizade do prefeito com o governador. O governador é o dono da Copasa, se ele quiser viabilizar a situação de Patos, ele pode, como fez em relação a Araxáâ€, concluiu.
