Moradores do Laranjeiras discutem problemas do bairro em Audiência Pública
São muitas as dificuldades enfrentadas por quem mora no local. E para tentar encontrar as soluções, representantes da comunidade e autoridades participaram da Audiência Pública
A Câmara dos vereadores de Patos de Minas realizou na noite dessa quinta-feira (10) uma Audiência Pública que discutiu os problemas que vem sendo vivenciados por moradores do Laranjeiras. Dentre os principais problemas está o zoneamento do bairro que ainda não foi definido, dificultando a solução dos demais pontos abordados. Moradores e várias autoridades marcaram presença na reunião.
A situação é complicada, os moradores do loteamento vem enfrentando grandes dificuldades, como a falta de serviço dos correios e visitas de agentes de saúde e limpeza pública. Um dos motivos pelo qual esses problemas demoram a ser solucionados é porque o local ainda não foi oficialmente regularizado como bairro. A delimitação do região é essencial para a regulamentação dos serviços.
Depois de mais de um ano de reivindicações a prefeitura de patos de minas expediu um ofício garantindo que será realizada a criação do bairro laranjeiras, mas ainda não há uma data definida. Para tentar encontra uma solução, os próprios moradores sinalizaram as vias do bairro, mas até o momento os atendimentos continua ineficazes.
E os problemas discutidos são muitos, há uma grande insatisfação por exemplo, quanto a deficiência nos atendimentos a saúde. Mesmo com o secretário, Willian Nunes, garantindo que o posto no Bairro Padre Eustáquio consegue atender a demanda da região, os moradores esperam que outra solução seja dada, para evitar os deslocamentos que complicam o acesso aos serviços médicos.
Na Audiência Pública que teve a participação da Polícia Militar, foi discutido também sobre o trabalho de patrulhamento que é realizado naquela região e a importância do envolvimento de toda a população na prevenção de crimes através da rede de vizinhos protegidos. Outra grande preocupação antiga dos moradores é o abandono da área de preservação permanente que tem servido como depósito de lixo, que além de gerar sujeira pode ser ponto favorável para os focos do Aedes aegypti.
