Prefeito volta a decretar calamidade financeira com demissões e outras medidas
José Eustáquio afirmou que salário dele e do vice-prefeito ficam suspensos até o mês de janeiro de 2019.
O prefeito de Patos de Minas, José Eustáquio Rodrigues, fez declarações a respeito da situação das finanças da prefeitura de Patos de Minas, durante entrevista coletiva nesta quinta-feira (1/11). O gestor voltou a decretar estado de calamidade financeira do município, assim como no início do seu mandato, anunciando possíveis demissões e outras medidas.
Entre as providências que serão implementadas, o prefeito instituiu o programa de redução de despesas na administração. Com as demissões de encarregados e diretores, além de cortar gastos com telefonia, água, energia e também de gratificações. A decisão foi tomada após a dívida do Estado com o município chegar a quase R$ 45 milhões.
Os cortes serão feitos e diversas secretárias e áreas da prefeitura:
- Demissão de dez nomeações de diretores;
- Redução das funções gratificadas de encarregados a no máximo 50 nomeações;
- Suspenção de 20% do pagamento dos salários dos secretários, controladora e procurador geral, por três meses;
- Suspenção da contratação de estagiários;
- Revisão do programa de formação de educadores da rede municipal de ensino.
José Eustáquio disse ainda que salário dele e do vice-prefeito ficam suspensos até o mês de janeiro de 2019. Quando questionado sobre a previsão da data para o pagamento do salário dos servidores e também do décimo terceiro, o prefeito disse não saber precisar qual o dia dia e que ainda falta dinheiro no caixa para efetivar os vencimentos.
