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Política

Representante da Predilecta afirma que a empresa continuará em Patos de Minas

Há possibilidade de ampliação das atividades, porém, são necessários investimentos previstos no protocolo de intenções que não está sendo cumprido pela Prefeitura

Admin2015-06-11Fonte: Millene Mesquita - Fotos: Gustavo Brito.
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Nesta quinta-feira (11), representantes da diretoria da empresa Minas Mais Alimentos participaram da reunião da Câmara Municipal e garantiram que irão continuar suas atividades na cidade e que há possibilidade de ampliação da planta produtiva, mas, buscam que o protocolo de intenções assinado em 2013 seja cumprido pelo município.

A diretoria executiva da empresa Mais Alimentos participou da Tribuna Livre da Câmara para discutir sobre a necessidade da aprovação do Projeto de Lei 4165/2015 que prevê o ressarcimento de R$1 milhão 748 mil de investimentos feitos na rede de energia elétrica na época de implantação da empresa em 2013.

A diretoria garantiu que não existe possibilidade do encerramento das atividades da empresa em Patos de Minas que possui 600 funcionários diretos e vários indiretos através de parcerias com produtores rurais são cultivados 1500 hectares de tomate e 4 mil hectares de milho. O gerente industrial Leonardo Gonçalves explicou que há possibilidade de ampliação das atividades em Patos de Minas, porém, são necessários mais investimentos para melhoria de captação de água no rio Paranaíba ou através da perfuração de postos artesianos. Proposta que está prevista no protocolo de intenções assinado com o município desde 2013.

Os representantes da empresa esperam que o projeto seja votado. E afirmam estar abertos a negociar com o município dizendo que inclusive existe a possibilidade do parcelamento do valor investido. Apesar da polêmica para aprovação do projeto de lei ficou sob vista do Vereador José Osmar de Castro - Guiguim. De acordo com o vereador, a proposta de retirar recursos da iluminação pública não possui legalidade. Ele justificou dizendo que 700 pontos de iluminação pública na Avenida Marabá e outros seriam cancelados.