Arma utilizada para matar policial penal é localizada no centro de Patos de Minas
Autor do crime se apresentou à polícia por meio do seu advogado
A arma utilizada para matar o policial penal Yokanaa de Jesus Marinho, de 31 anos, foi localizada na tarde deste sábado (07) pela PolÃcia Civil de Patos de Minas. O crime aconteceu na noite dessa sexta-feira (06) m um bar na Rua Alzino Martelo, no Bairro Nova Floresta.
O revólver foi encontrado escondido em um lote vago na esquina das ruas VirgÃlio Borges e Cinco de Maio, no centro de Patos de Minas.
De acordo com o advogado criminalista, Gustavo VirgÃlio, o cliente dele, um padeiro de 31 anos, confessou o assassinato e informou que a motivação para o homicÃdio seria uma rixa antiga entre ele e a vÃtima e que a morte de Yokanaa não está ligada com a sua profissão.
O assassino se apresentou de forma técnica, através de procuração por advogado constituÃdo e informou para a autoridade policial que ele está a disposição. Foi requerido que ele seja ouvido formalmente no último ato da investigação.
Além da procuração, o advogado levou a PolÃcia Civil até o local onde a arma foi localizada. A perÃcia esteve no local e recolheu o revólver calibre .32, que estava carregado com cinco munições intactas.
Segundo Gustavo, o cliente não contou como o crime aconteceu, mas, o assassinato não foi premeditado. “Se o crime tivesse sido premeditado, ele teria meios de chegar ao local e executado a vÃtima se assim quisesseâ€, afirmou. Ainda de acordo com o advogado, a defesa irá trabalhar o crime alegando legÃtima defesa. “Uma imagem vale mais que mil palavras. A vÃtima levantou empunhou a sua arma e correu atrás do padeiro efetuando disparos de arma de fogo rumo as costas dele. Ele revidou e levou a melhor, isso configura legÃtima defesaâ€, concluiu.
Sepultamento
O corpo do policial penal Yokanaa de Jesus Marinho, de 31 anos, foi velado na manhã deste sábado (07) na Funerária Bom Pastor e depois encaminhado para o Cemitério Municipal de Santa Cruz, onde foi enterrado.
Policiais penais de Patos de Minas, PatrocÃnio, Presidente Olegário, Carmo do ParanaÃba e Belo Horizonte prestaram uma última homenagem ao colega e em viaturas e ambulâncias do Sistema Prisional fizeram o cortejo. Além disso, cobraram justiça para o crime.
