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Policiais

Comando da PM fala sobre a prisão de Cabo acusado de diversos crimes

"É o tipo de profissional que nós não queremos", enfatizou o comandante.

Admin2015-06-11Fonte: Simone Marques - Fotos: Daniel Soares.
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Na manhã desta quinta-feira (11), foram presas diversas pessoas que são acusadas de  lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, falsificação de documento público e privado, estelionato e associação criminosa. Entre eles foi preso um Militar. 

O Cabo Rafael Guimarães Veloso Ferreira Leão é de Belo Horizonte, tem residência em Patos de Minas e atuava em Monte Carmelo. Ele está sendo acusado de envolvimento em uma série de crimes que a Polícia Civil investigou através da Operação Camaleão.

Sobre o assunto, o Coronel Elias disse ter tomado conhecimento do fato a cerca de um mês, quando a operação já havia sido iniciada e estava sendo verificada a possibilidade da participação do Militar nos crimes de fraude bancária. Segundo o Comandante, de pronto a corporação passou a apoiar com informações e através da corregedoria e acompanhando os trabalhos desenvolvidos.

Ainda conforme o Coronel, nessa quarta-feira, quando foi desencadeada a operação para prender os acusados, coube a Polícia Militar, o levantamento de onde o PM estava e a realização de sua prisão em flagrante. Além da apreensão de celulares e computadores que estavam em sua residência. O cabo está preso no 15º Batalhão em uma cela destinada a este tipo de detento, ficando a disposição da Justiça para responder pelos crimes que ele tenha cometido.

A conduta do Policial está sendo averiguada e caso seja caracterizado o crime militar ou comum, será instaurada uma sindicância que deverá resultar na exclusão do Cabo Rafael Guimarães. A informação é de que o acusado além de repassar dados de pessoas que poderiam ser vítimas da quadrilha, ele também repassava informações sigilosas relacionadas aos trabalhos policiais.

O Coronel Elias afirma que a Polícia Militar não aceita este tipo de conduta. " A Polícia Militar em seus 240 anos, toda esta história foi feita com base em profissionais de conduta ilibada. É o tipo de profissional que nós não queremos", enfatizou o comandante.