Competência para julgar policial acusado de ato libidinoso está com a justiça militar
Juiz Militar converteu a prisão em flagrante para prisão preventiva
Após divulgação, em primeira mão pelo Programa Guy
Boaventura e site Patos Já, nessa segunda-feira (27), onde uma mulher acusa um
Policial Militar de Varjão de Minas de crime sexual, a assessoria de
comunicação da PolÃcia Militar informou na tarde dessa segunda-feira (27) a
prisão de um policial militar, de 35 anos, que teria atentado contra a
dignidade sexual de uma mulher.
A ocorrência, que foi caracterizada como ato libidinoso, foi
registrada na última sexta-feira (24), mas, o caso teria acontecido na noite da
última quinta-feira (23) na cidade de Varjão de Minas. Segundo a assessoria de
Comunicação da PolÃcia Militar, o Décimo Quinto Batalhão tomou providências em
face da conduta de militar. Além disso, segundo comunicado, imediatamente, após
haver recebido a denúncia, o comandante da 86ª Cia providenciou cuidadosa
checagem dos fatos, realizando a prisão em flagrante, que seguiu para as
providências processuais pela Justiça Militar de Minas Gerais.
Por enquanto, o juiz militar titular da causa não declinou
da competência e o fato segue na Justiça Militar. A prisão em flagrante do
policial foi convertida em prisão preventiva e o militar segue preso em uma
cela na cidade de PatrocÃnio.
Entenda o caso
Segundo a denunciante, o policial teria ido até a sua
residência para verificar informação de que uma pessoa poderia estar escondida
próxima a sua casa e por isso entrou em seu imóvel para averiguar. O marido da
suposta vÃtima não estava no local, pois estava trabalhando. A mulher ainda
disse que em determinado momento o militar a obrigou sentar em sua cama e praticar
sexo oral com ele, tendo ele inclusive sujado a sua roupa de esperma.
O policial negou as acusações e disse que não teve nenhum
tipo de contato Ãntimo com a mulher, que inclusive teria se insinuado para ele.
