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Policiais

Mãe pede justiça para o filho morto em 2013

Na época, apontou-se que o motivo teria sido um acerto de contas do tráfico de drogas. Mas a mãe contesta a versão, afirmando que a história é outra

Admin2015-07-30Fonte: Edvar Santos - Fotos: Daniel Lima.

Um crime cometido no ano de 2013 ainda sem solução e ninguém preso. A mãe do rapaz assassinado apela pela justiça e pede a prisão dos suspeitos. E diz que diferente do que foi apurado pela Polícia, o motivo do crime seria outro.

Altair Junior dos Reis Marques de Melo, o "Juninho", na época com 23 anos, foi morto a tiros no dia 20 de janeiro de 2013. O crime aconteceu na Avenida Patrício Filho esquina com Rua dos Fícus, divisa dos bairros Morada do Sol com Jardim Esperança. A vitima estava em uma motocicleta e teria parado para falar ao telefone quando segundo informações, dois homens chegaram em outra moto e fizeram os disparos.

A policia acreditava na época que o crime teria ligação com acerto de contas já que a vítima tinha passagens por trafico de drogas.

 Mas passados dois anos e meio do crime, ninguém foi preso pelo assassinato. Gleidimar Marques, mãe do rapaz morto, alega que por varias vezes procurou a delegacia em busca de respostas e saber porque ate agora ninguém foi preso pelo assassinato do filho.

Para Gleidimar Marques, o crime teria acontecido na verdade por motivos passionais.  Segundo ela, o filho se envolveu com uma mulher e o ex enciumado pelo envolvimento, matou o rival. A mãe diz que a policia chegou a investigar alguns suspeitos, mas que não foram presos por falta de provas.

Gleidimar conta ainda que no dia do crime, "Juninho" que morava na Rua Raimundo Alves, antigo beco da 5 de maio no Bairro Antônio caixeta,  teria recebido diversos telefonemas para que fosse ate o Bairro Colina.  Ela questiona a versão da policia de que o crime teria sido por acerto de contas do tráfico de drogas, afirmando que nada foi provado nesse sentido.

A mulher disse ainda que depois do assassinato do filho, ela que já tinha problemas de saúde piorou a situação. Abalada, hoje ela precisa tomar pelo menos três tipos de medicamentos controlados e cobra resposta da policia para que os culpados pelo assassinato do filho sejam punidos de acordo com a lei.

De acordo com a Polícia Civil, o inquérito foi relatado a justiça em dezembro de 2014, com a sugestão de arquivamento por falta de provas que levassem a autoria do assassinato. Até o momento o inquérito não retornou para Delegacia.