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Polícia Civil de Patos de Minas prende foragidos da Operação Apocalipse

Os mandados de prisão foram cumpridos na zona rural de Patos de Minas

Admin2019-08-30
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A Polícia Civil de Patos de Minas prendeu nessa quinta-feira (29) três homens que estavam com mandado de prisão em aberto. Eles foram condenados pela justiça por um crime que aconteceu em setembro de 2011, após a apreensão de mais de uma tonelada de maconha e 35 quilos de pasta base de cocaína, na operação Apocalipse. Na época, a Polícia Civil também prendeu 23 pessoas e recuperou 16 veículos. Nesta semana, um homem já havia sido preso pela Polícia Militar, no distrito de Bonsucesso.

De acordo com o delegado Ewerton Evangelista, os investigados respondiam criminalmente pelo crime, em liberdade. No último mês de julho, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais efetivou a condenação de todos os investigados. Com a expedição dos mandados, os investigadores de Patos de Minas iniciaram os levantamentos, no intuito de identificar onde os foragidos moravam atualmente.

Nessa quinta-feira, Renê Saulo Pacheco, de 32 anos, Ricardo Claudino do Amaral, de 41 anos, e Jô Waldeci Eliezer Sabino Neto, de 49 anos, foram presos em fazendas próximas a Patos de Minas, por tráfico de drogas e associação para o tráfico. De acordo com a Polícia Civil, na casa de Renê, durante a prisão, a polícia localizou um veiculo clonado. Foi constatado que o veículo foi roubado em julho, na cidade de Nova Lima (MG).

Na manhã de quarta feira (28), a Polícia Militar havia prendido Eugênio Rodrigues Silva Cieslak, de 35 anos, também suspeito de ter envolvimento no bando criminoso. Ele estava com um mandado de prisão em aberto. No sítio dele, na comunidade de Vitrine, a polícia encontrou um simulacro de arma de fogo e uma touca ninja. De acordo com o delegado, Ewerton Evangelista, a suspeita é que ele tenha envolvimento com os últimos roubos registrados na zona rural da região. A suspeita será investigada.

A operação para localizar os demais integrantes do grupo, com mandado de prisão em aberto, continua; não só em Patos de Minas, como outras cidades do estado de Minas Gerais. A orientação é para que os foragidos se entreguem.