Suspeito da morte de dentista pode responder por crime ligado a venda de medicações
A Polícia Civil registrou flagrante relacionado aos materiais localizados no consultório e residência do médico
O médico Daniel Tolentino, que foi preso na manhã desta segunda-feira (18), suspeito da morte da namorada, Roberta Pacheco, pode responder por crime ligado aos materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão realizados no apartamento e consultório. Um novo flagrante foi aberto pela PolÃcia Civil, devido a suposta situação irregular dos produtos.
As medicações, segundo a polÃcia não tem origem comprovada. O delegado, Érico Rodovalho, responsável pelo caso, disse que no momento da prisão, o médico afirmou que os materiais não seriam ilegais e que ele os utilizaria de forma regular para ministrar em pacientes.
A investigação deve apurar se os anabolizantes e outras medicações, que foram encontrados e levados para a delegacia podem indicar a prática de crime, conforme o que diz o artigo 273 do artigo penal, que prevê pena mÃnima de 10 anos, para a adulteração ou alteração de substâncias destinadas a fins terapêuticos ou medicinais, e também importação, venda, ter em depósito, distribuição ou entrega a consumo.
O médico Daniel Tolentino deve ser levado para o PresÃdio Sebastião Satiro ainda nesta segunda-feira, após prestar os depoimentos que começaram a ser colhidos no inÃcio da noite.
