Copasa quer que a prefeitura pague pela água que irá preencher a Lagoa Grande
Os valores não foram definidos, mas a proposta não agrada a prefeitura, que deverá buscar outras alternativas
Primeiro foram as obras, agora o problema é devolver o epelho d'água para a Lagoa Grande. O principal cartão postal de Patos de Minas se tornou motivo de preocupação. Em reunião realizada nessa quinta-feira (10/12), entre a Copasa e a prefeitura, ficou claro que a empresa quer que o município pague pela água que será colocada no local.
Em visita a cidade, o Diretor Operacional Norte da Copasa, Gilson Queiroz, apresentou uma proposta de convênio com a prefeitura para encher de água a Lagoa Grande com a serviços adequados. Mas a reunião não teve uma definição. A empresa quer que a administração municipal pague pela água que será lançada no cartão postal. Segundo ele, existem custos em todas as etapas. Tanto no preenchimento, quanto nos trabalhos de manutenção.
Os valores não foram definidos, mas a proposta de pagamento pelo abastecimento não agrada a prefeitura, que deverá buscar outras alternativas como, a perfuração de poços ou a transposição do córrego do Monjolo. E quem esperava ver a Lagoa Grande cheia antes das festas de fim de ano pode esquecer. Mesmo se for firmado o convênio, serão necessários três meses para formar o espelho d'água.
Com relação as obras, o prefeito Pedro Lucas, afirmou que o serviço foi concluído e que o mato será retirado pela própria água.
