Com risco de epidemia de dengue, agentes de endemias pedem colaboração dos patenses
Focos do mosquito Aedes aegypti tem sido encontrados em todos os bairros da cidade
A População de Patos de Minas precisa se conscientizar de que o Ãndice de infestação do mosquito Aedes aegyti em 2019, pode significar epidemia. A afirmação é da agente de endemias, Suelene Oliveira, que alerta para a grande quantidade de focos localizados todos os dias nos bairros da cidade. Os cuidados para evitar que isso aconteça estão em ações simples nas próprias residências.
O primeiro Liraa de 2019 deu resultado de médio risco em 2,1. Dado que para o Programa Municipal de Combate a Dengue é preocupante. De acordo com a agente de endemias, a situação é muito séria e os moradores precisam entender a gravidade da situação, levando-se em conta que o mosquito é vetor não somente da dengue, mas também de chikungunya, zika, da febre amarela urbana e até da febre do nilo.
Na madrugada do último sábado, uma mulher de 43 anos, moradora da cidade de Vazante, morreu em um hospital de Patos de Minas e a suspeita é de que possa ter sido por dengue. Sobre o caso, Suelene disse que os exames deram como negativo, mas que o médico responsável pelo laudo, apontou o óbito como sendo por dengue hemorrágica.
Com 19 casos notificados e pelo menos 3 já confirmados, em Patos de Minas são somente 130 agentes de endemias para fiscalizar e monitorar 86.848 locais entre residências, comércios e lotes vagos. Uma conta que não fecha sem a participação e colaboração da população.
