Na luta contra o câncer, empresária Patense organiza caravana para manifestação em Brasília
A caravana irá se juntar a outros portadores de câncer que pedem a liberação da fosfoetalonamina
Um medicamento desenvolvido por um pesquisador da USP de São Carlos em São Paulo tem chamado atenção e gerado polemica. A fosfoetanolamina seria segundo o pesquisador cura o câncer, mas o remédio de baixo custo não foi liberado pela ANVISA. Muitos pacientes têm recorrido à justiça para poder adquirir o remédio que teve a fabricação suspensa. Pacientes querem que o governo liberem o medicamento.
A moradora de Patos de Minas, Claudia Cristina Silveira, tem 38 anos e já há algum tempo tentava engravidar. Como não conseguia procurou acompanhamento medico e depois de exames, veio o triste diagnostico, um câncer de colo de útero. Segundo a empresaria, o médico apontou como solução uma cirurgia para retirada do útero. Como a doença ainda está no inicio e o desejo de ser mãe é grande, ela tem buscado tratamentos alternativos.
E nessa busca pela cura da doença, a empresaria descobriu um medicamento desenvolvido por um pesquisador da USP de São Carlos em São Paulo chamado de fosfoetanolamina sintética para tratamento do câncer com chance de cura. A fórmula ainda não foi liberada pela ANVISA e pacientes estão recorrendo à justiça para a compra.
Essa semana uma comissão de pacientes portadores de câncer foi ate Brasília em uma audiência para pedir a liberação do medicamento. Eles querem sensibilizar as autoridades para não prolongar o sofrimento de que tem a doença, já que o medicamento segundo eles, tem conseguido bons resultados na cura do câncer.
Claudia Cristina organiza agora uma caravana para ir ate a Capital Federal se unir a pacientes com câncer de todo o Brasil na próxima quinta-feira, 17 de dezembro para participar de uma manifestação a favor da liberação da fosfoetanolamina sintética.
