Pai faz reclamação de dificuldades no atendimento entre a UPA e o Hospital Regional
O pai de uma criança de 1 ano e 7 meses reclama da demora, deficiência no atendimento e da falta de informação
Um pai sem ter a quem mais recorrer procurou a reportagem do Patos Já para reclamar do problema. O filho de 1 ano e 7 meses sofreu acidente e quebrou o braço. Na UPA III foi informado de que lá não era feito o procedimento de gesso. E no Hospital Regional também informaram que o procedimento não poderia ser realizado.
Falta médico, sobra indignação e revoltam, enquanto um grande número de pessoas aguardavam atendimento na UPA porte III. A informação era de que haviam apenas dois clínicos fazendo atendimento. O pedreiro Willian Liberato estava revoltado. O filho dele de apenas um ano e sete meses sofreu uma queda em casa e machucou o braço. O pai disse que chegou a UPA por volta das 18h, mas somente as 22h foi feito o Raio X que constatou a fratura no braço do menino.
Mas para a surpresa do pai, ele foi informado de que na unidade não é feito o procedimento médico de engessar e que esse tipo de atendimento seria somente no Hospital Regional. O problema é que de acordo com o pedreiro, ao chegar no HRAD a atendente lhe disse que para engessar o braço do filho ele teria que procurar a UPA.
Segundo Willian Liberato, a orientação recebida na UPA foi de que ele deveria retornar para casa e quando tivesse disponibilidade de médico, uma atendente entraria em contato. O jogo de empurra, empurra revoltou o pai. Sem ter uma solução pública ou como custear um atendimento particular para a criança foi obrigado a esperar, mesmo vendo o sofrimento do filho com dores.
A direção do Hospital Regional Antônio Dias, enviou resposta a nossa redação, dizendo que todo atendimento inicial esta sendo realizado na UPA, uma vez constatada fratura, o mesmo deve ser encaminhado ao Hospital Regional. A nota diz ainda que o paciente foi cadastrado para encaminhamento ao HRAD às 22 horas e foi atendido pelo ortopedista hoje ás sete horas da manhã. E de que não há evidencias de atendimento anterior neste Hospital.
As informações da direção da UPA, são de que o caso vai ser avaliado para saber o que teria acontecido.
