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Saúde

Professor e recuperandos da APAC desenvolvem projeto “Pare de Fumar”

O estudo aponta os riscos do tabagismo e incentiva o abandono do vício

Admin2023-11-30Fonte: Patos Já
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Alunos e recuperandos da APAC estão desenvolvendo vários trabalhos de pesquisa sobre tabagismo e malefícios para a saúde, dentro do projeto “Pare de fumar”. O trabalho tem orientação do professor de educação física, Dautin Guimarães. O objetivo e levantar informações sobre o tema e incentivar que os recuperandos fumantes abandonem o vício.

 

De acordo com as pesquisas, na fumaça do cigarro existem aproximadamente 4.700 substâncias tóxicas diferentes, incluindo nicotina (responsável pela dependência química), sendo que quanto mais o fumante consome o cigarro, mais exposto fica a outras milhares de substâncias tóxicas.

 

De acordo com a OMS, sete milhões de pessoas morrem anualmente pelo tabagismo. Destas, 900 mil são vítimas de fumo passivo. São indivíduos não fumantes, que convive em diferentes ambientes respirando as mesmas substâncias tóxicas que o fumante ativo inala, na verdade, aos riscos maiores do que o ativo.

 

Estudos evidenciaram que o tabaco contém cerca de 60 substâncias cancerígenas, que contribuem para o desenvolvimento dos seguintes tipos de câncer: leucemia mielóide aguda; câncer de bexiga; câncer de pâncreas, câncer de fígado; câncer do colo do útero; câncer de esôfago; câncer de rim e ureter; câncer de laringe; câncer na cavidade oral; câncer de faringe; câncer de estomago; câncer de cólon e reto; câncer de traqueia, brônquios e pulmão; câncer de pele e câncer de mama.

 

Além disso, os estudos apontaram que o consumo do tabaco também contribui para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como: tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras. A OMS ainda afirma que o consumo do tabaco está associado a 30% das mortes por câncer, sendo mais de 90% deles de pulmão, 25% dos casos de infarto agudo do miocárdio.

 

O professor e orientador do estudo na APAC destacou: “As informações, o combate e a prevenção devem ser iniciados na fase escolar, evitando que os adolescentes de hoje tornem-se nossos pacientes no futuro”.