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Saúde

Vítimas de acidente com ônibus da Gontijo reclamam da falta de assistência

A empresa não teria prestado à devida assistência as vitimas que ficaram revoltadas com o descaso

Admin2015-03-09Fonte: Edvar Santos
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Um ônibus da empresa Gontijo que viajava de Belo Horizonte para Patos de Minas na BR 262 e que bateu em um caminhão no dia 3 de março deixou não só 12 passageiros feridos, mas também muita indignação. A empresa não teria prestado à devida assistência as vitimas que estão revoltadas com o descaso.

As marcas do acidente ainda estão no rosto do Presidente do Sindicomercio de Patos de Minas Sebastião Andrade, que era um dos passageiros do ônibus que bateu de frente com um caminhão carregado de madeiras. O motorista do caminhão morreu preso entre as ferragens. O acidente foi na 262 próximo à cidade de Bom Despacho. Tião Andrade sofreu escoriações pelo corpo, rosto e luxação no pescoço e se recupera em casa. Conforme ele, um funcionário da Gontijo apenas foi ao hospital para saber apenas da condição do motorista da empresa.

Dos 14 passageiros, 12 tiveram ferimentos e foram levados para hospitais da região de bom Despacho. O cabeleireiro de Patos de Minas, Thiago Lima, também era um dos passageiros e viajava na primeira poltrona do ônibus. Segundo ele, no momento do acidente, o motorista tentava uma ultrapassagem e atingiu de frente o caminhão na direção contrária. 

O acidente aconteceu por volta das 19:30hs e Thiago alega que o atendimento as vitimas foi precário, com apenas duas ambulâncias para o atendimento de 15 pessoas com sangramentos e fraturas. Com intervalos de mais de trinta minutos para o resgate dos acidentados, que ficaram deitados no asfalto aguardando o retorno das ambulâncias. Ainda segundo ele a empresa não prestou a devida assistência as vítimas, não tendo até o momento recebido sequer uma ligação para saber da sua situação. Evidenciando a falta de protocolo por parte da Gontijo em casos de acidente.

A jornalista Cristina Magrineli se feriu no rosto e teve escoriações pelo corpo. Ela ainda fraturou o nariz. A filha de 03 anos que estava com ela por sorte nada sofreu. Cristina diz que entrou em contato com o Gontijo e um funcionário só apareceu no hospital 08 horas depois do acidente e mesmo assim segundo ela, não prestou assistência às vitimas.