Caminhoneiros aderem a paralisação, sem protestos na BR-365
As principais reivindicações dos motoristas são em relação ao preço do óleo diesel, a criação do frete mínimo e salário unificado em todo o país
Caminhoneiros de diversas partes do país, inclusive Minas Gerais, iniciaram nessa segunda- feira (09/11), protestos em rodovias, que continuam hoje em seu segundo dia de paralisação. Apenas carros de passeio e ônibus de passageiros estão sendo liberados para o tráfego pelo movimento nos pontos de protesto. Na região de Patos de Minas já houve adesão porém sem manifestos nas estradas.
O presidente da Associação dos Transportadores Patenses, Reginaldo Nunes, disse que vem acompanhando os rumos dos protestos e que apoia o movimento, mas entende que o ideal seria que tudo acontecesse de maneira bastante civilizada e pacífica. Segundo Reginaldo, em Patos de Minas, alguns motoristas aderiram ao movimento que ainda não tomou grandes proporções.
Neste segundo dia, os caminhoneiros mantêm as paralisações em 14 estados, com 46 pontos de bloqueio. O movimento pede que o governo atenda a pauta apresentada em março. Eles criticam ainda a atual situação econômica do país. As principais reivindicações dos motoristas são em relação ao preço do óleo diesel, a criação do frete mínimo e salário unificado em todo o país.
De acordo com a Agencia Brasil, o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, disse que os caminhoneiros em greve não apresentaram uma pauta de reivindicações e que a paralisação tem como objetivo o desgaste político do governo.
