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Trânsito

Má gestão na saúde e revisão do Regimento Interno foram pauta em reunião da Câmara

A avaliação negativa da administração de Patos de Minas na área da saúde foi apresentada na reunião desta quinta-feira

Admin2015-04-30Fonte: Millene Mesquita.
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Em reunião realizada na tarde desta quinta-feira (30), foram discutidos diversos assuntos, entre eles, o regimento interno, que é um instrumento usado para garantir operacionalização dos trabalhos do Poder Legislativo. Como a última revisão aconteceu em 2009 o Poder Legislativo está realizando uma atualização com objetivo de promover mais celeridade aos atos da Casa Legislativa. Outra questão apresentada na Reunião Ordinária está relacionada a falta de gestão adequada na área de saúde que tem causado prejuízos financeiros ao município.

O Regimento Interno define normas do Poder Legislativo como período de mandato da mesa diretora até a atuação das comissões técnicas. O primeiro Regimento Interno da Câmara foi promulgado no ano de 1990 e revisado nos anos de 2001 e 2009. Com o objetivo de dinamizar os trabalhos foi proposta uma revisão geral no regimento.

O presidente da casa, Francisco Frechiani disse que a intenção é tratar do funcionamento interno da Câmara, das reuniões, indicações e mandato de dois anos para os próximos presidentes. Para analisar com profundidade as mudanças no regimento o Vereador José Lucilo - Duda, pediu vista do projeto. Para ele é importante revisar, mas que pediu vistas para ter um tempo maior nas análises das emendas apresentadas

Outro assunto apresentado durante a Reunião Ordinária, diz respeito as finanças do município. O Presidente da casa legislativa de Patos de Minas informou aos vereadores que falhas na gestão administrativa na saúde causam um prejuízo de R$1,6 milhão de reais.

Frechiani disse que as informações são da secretaria de estado da saúde, que faz uma avaliação dos programas de saúde, onde dependendo do desempenho, a cidade recebe mais ou menos recursos. O presidente ressaltou que Patos poderia estar recebendo quase 4 milhões de reais, porém receberá em torno de 1 milhão 918 mil reais, com uma perda significativa para o setor. Ainda de acordo com o vereador, a avaliação da secretaria de saúde do estado avaliou o motivo como sendo má gestão.