MP deve pedir rescisão de contrato da administração do Kartódromo caso irregularidades não sejam resolvidas

Para o Ministério Público, tem ocorrido mau uso do espaço público, descumprindo o que foi determinado em lei

por Redação Patos Já
07/08/2019 - 10h56

Patos Já - MP deve pedir rescisão de contrato da administração do Kartódromo caso irregularidades não sejam resolvidas

A Promotora de Justiça, Vanessa Dosualdo Freitas, disse nessa terça-feira (6) que está aguardando a posse dos novos dirigentes da associação que administra o Kartódromo de Patos de Minas, para definir como fica a situação do espaço público. Na avaliação da promotora tem ocorrido mau uso do local e medidas precisam ser tomadas para que isso se resolva.

lembrou que o kartódromo foi construído com verbas dos governos municipal e federal, quando foi realizado o contrato com a Associação Automobilística de Patos de Minas para administrar o local, se comprometendo em além da utilização dos karts, promover outras modalidades de lazer para a comunidade. Mas, para o Ministério Público isso não vem ocorrendo.

Ainda de acordo com a representante do MP, ficou constatada a ocorrência de mau uso do cartódromo, com motos e carros no local. Diante disso, foi pedido uma avaliação do setor de engenharia de tráfego da prefeitura, e com o laudo, recomendou-se ao município que determinasse a proibição de veículos automotores, com exceção dos karts, no cartódromo.

No entanto, segundo a promotora, a associação está em processo de troca de gestão, uma vez que a direção anterior renunciou, e os novos componentes ainda não tomaram posse. O Ministério Público está aguardando que isso ocorra, para tomar medidas, uma vez que até hoje não foi cumprido o que determina a lei.

Segundo ela, o que se espera é resolver o mais rápido possível a situação. “ É preciso fazer o uso diversificado do espaço, com uma pauta de utilização, principalmente pela vizinhança que tem o ônus do barulho, e está afastado do uso do equipamento publico, que custou meio milhão de reais, e que é de todos”, destacou Vanessa Dosualdo.

A promotora avaliou ainda que caso a associação não tenha condição de permitir o uso coletivo do espaço, que então o contrato seja rescindido.


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