Grupo criminoso movimentou cerca de 100 milhões de reais em dois anos de atuação

A organização mantinha em sua estrutura gerentes, subgerentes e cobradores em cada cidade

por Matheus Alves
Fonte: Rafael Ribeiro - NTV
01/07/2022 - 10h30

Patos Já - Grupo criminoso movimentou cerca de 100 milhões de reais em dois anos de atuação

Foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (29/06) a operação LOKI da Polícia Civil e Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). A operação tenta desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico ilícito de drogas e lavagem de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos 21 mandados de prisão e 16 mandados de busca e apreensão nas cidades de Paracatu, Uberlândia, Araguari, Cristalina em Goiás e Aracaju no Sergipe.

A operação LOKI faz alusão a mitologia nórdica, cujo nome é o do deus da trapaça e do disfarce e contou com a participação de 46 policiais civis de Minas Gerais, 12 policiais da Delegacia de Narcóticos de Aracaju, da Guarda Civil de Cristalina e do apoio do MPMG.

Além do cumprimento dos mandados, a justiça realizou o bloqueio de contas bancárias utilizadas e a retenção de veículos empregados no transporte das drogas. A investigação que pretende acabar com a atuação da organização criminosa voltada ao tráfico ilícito de drogas e lavagem de dinheiro, conseguiu apontar líderes do grupo que mantinham residências em Uberlândia e Aracaju, cidades que eram ponto de origem para distribuição de drogas para as cidades de Paracatu e Cristalina.

De acordo com a investigação, a droga era enviada através da contratação de diversos motoristas, seguranças e batedores. A organização mantinha em sua estrutura gerentes, subgerentes e cobradores em cada cidade. De acordo com a polícia, foi montado um esquema bem estruturado como se fosse uma empresa.

Os militares responsáveis pela investigação contam que nos últimos dois anos, a organização criminosa teria encaminhado somente para a cidade de Paracatu, aproximadamente 20 toneladas de maconha.

Os lucros obtidos por meio das atividades criminosas eram lavados por empresas de fachadas e contas bancárias em nome de laranjas, tendo o grupo movimentado em um período de dois anos, o valor estimado de R$ 100.000.000,00.

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