Primeiro LIRAa do ano é suspenso e pesquisa de infestação do Aedes aegypti será com ovitrampas em Patos de Minas

O sistema de armadilhas para as fêmeas do mosquito foi distribuído em mais de 200 pontos

por Odair Cardoso
06/01/2020 - 07h30

Patos Já - Primeiro LIRAa do ano é suspenso e pesquisa de infestação do Aedes aegypti será com ovitrampas em Patos de Minas

A utilização das ovitrampas, armadilhas que atraem a fêmea do mosquito Aedes aegypti, vão dar os parâmetros de como está a infestação do vetor da dengue, zika, febre amarela e chikungunya, neste início de ano em Patos de Minas. De acordo com a agente de endemias, Suelene Oliveira, o primeiro LIRAa de 2020, que seria realizado neste mês de janeiro foi suspenso.

Segundo Suelene, está sendo intensificado o trabalho com as ovitrampas. Os recipientes com levedo de cerveja são colocados nos bairros, em 241 pontos, onde as fêmeas fazem postura dos ovos. As armadilhas são deixadas nos locais por uma semana, e após este período, ocorre o recolhimento para a contagem dos ovos que foram postos nas palhetas. O resultado vai então indicar em quais endereços estão os maiores riscos de focos.

Para a gente de endemias, este levantamento com as ovitrampas promove uma melhor noção dos ambientes com criadouros do mosquito, o que possibilitará a implementação das estratégias de controle. Ainda de acordo com Suelene Oliveira, este trabalho com as armadilhas é constante, diferente do LIRAa que é realizado somente 3 vezes ao ano.


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