Cresce a procura pela imunização contra a gripe em Patos de Minas

A vacinação destinada aos grupos prioritários chegou a 60% da meta estipulada

por Odair Cardoso
08/05/2019 - 11h50

Patos Já - Cresce a procura pela imunização contra a gripe em Patos de Minas

A  Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe continua e segundo informações da Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais cerca de 3,8 milhões de doses da vacina foram distribuídas aos postos de saúde de todo o Estado. Em Patos de Minas a procura pela imunização melhorou após o Dia D de Vacinação realizado no último sábado.

De acordo com Elizaine Bicalho, gerente de epidemiologia, na primeira etapa da campanha que teve inicio no dia 10 abril, a procura estava abaixo do esperado. Diferente de outros anos, a prioridade inicial foi para crianças menores de 6 anos, gravidas e puérperas. Com a inclusão dos idosos, trabalhadores da saúde, professores e pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, houve uma melhora no quadro vacinal.

Ainda segundo a gerente de epidemiologia, depois das ações realizadas no Dia D de Vacinação, pelo menos  60% das pessoas que fazem parte dos grupos prioritários se imunizaram, o que corresponde a 26 mil doses aplicadas até o momento. A meta é vacinar 90% das cerca de 42 mil pessoas que se enquadram nas regras determinadas pelo Ministério da Saúde.

A transmissão do vírus Influenza ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recémcontaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto a boca, olhos e nariz.

A Influenza ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do País. Algumas pessoas, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade, possuem um risco maior de desenvolver complicações. Muita gente não sabe, mas a gripe pode ser causada pelos vírus Influenza A, B e C. Os vírus A e B apresentam maior importância clínica. Estima-se que, em média, as cepas A causem 75% das infecções, mas em algumas temporadas, ocorre predomínio das cepas B.


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