Em Patos de Minas: MPF repassa R$ 157 mil para produção de máscaras, álcool gel e testes

O recurso foi destinado ao campus da UFV na cidade de Rio Paranaíba, que será responsável pela produção

por Redação Patos Já
Fonte: Ministério Público Federal.
04/05/2020 - 15h00

Patos Já - Em Patos de Minas: MPF repassa R$ 157 mil para produção de máscaras, álcool gel e testes

Uma parceria entre o Ministério Público Federal (MPF), Universidade Federal de Viçosa (UFV), campus Rio Paranaíba e a Fundação Arthur Bernardes, possibilitará a produção de insumos para o diagnóstico, a prevenção e o tratamento de pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Segundo publicação do MPF, serão repassados a universidade R$ 157 mil. O recurso tem origem em acordos de não persecução, Termos de Ajustamento de Conduta e Acordos Judiciais firmados pelo órgão em Patos de Minas, que se encontravam depositados em conta administrada pelo Conselho Municipal de Segurança Pública.

Ainda de acordo com o Ministério Público Federal, o repasse será aplicado na produção de máscaras de diversos tipos, álcool gel e testes laboratoriais realizados pelo método RT-PCR, que serão distribuídos às Secretarias de Saúde de 16 municípios da região: Arapuá, Carmo do Paranaíba, Coromandel, Guimarânia, Lagamar, Lagoa Formosa, Matutina, Patos de Minas, Patrocínio, Presidente Olegário, Rio Paranaíba, São Gonçalo do Abaete, São Gotardo, Serra do Salitre, Tiros e Varjão de Minas.

A previsão é que, semanalmente, sejam produzidos mil litros de álcool gel ou álcool 70% glicerinado, 1.500 protetores faciais para agentes de saúde e 150 testes para detecção do coronavírus.

“Nossa expectativa é de que, assim, possamos ajudar as secretarias municipais em suas ações de enfrentamento à pandemia, pois, em consulta a todos os municípios da nossa circunscrição, as informações fornecidas ao MPF apontam que, embora tais EPIs e materiais sejam essenciais no combate ao coronavírus, os municípios ainda não contam com quantitativos suficientes deles, além de terem tido seus preços majorados por conta da alta demanda e de não estarem sendo encontrados para pronta aquisição no mercado”, explica a procuradora da República Polyana de Paiva Jeha.

A prestação de contas da utilização dos recursos deverá ser encaminhada ao MPF em até 180 dias contados da data de recebimento dos valores.


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