Estado mantém macrorregião Noroeste e microrregião de Patos de Minas na onda vermelha

Região Nordeste e nove microrregiões do Estado seguem na onda roxa, a mais restritiva do Minas Consciente

por Odair Cardoso
Fonte: (*) com informações da Agencia Minas.
22/04/2021 - 14h30

Patos Já - Estado mantém macrorregião Noroeste e microrregião de Patos de Minas na onda vermelhaImprensa MG

Durante o encontro desta quinta-feira (22), do Comitê Extraordinário Covid-19, grupo que se reúne semanalmente para avaliar a situação da pandemia no estado, não foram determinadas mudanças nas classificaões da microrregião de Patos de Minas ou da Macrorregião Noroeste, na qual está o município. Com isso, ambas permanecem na onda vermelha do plano Minas Consciente. No entanto, haverá mudança para seis macrorregiões de Saúde a partir de sábado.

O grupo decidiu pelo avanço para a onda vermelha das macrorregiões Centro, Centro-Sul, Leste, Leste do Sul, Oeste e Vale do Aço. Assim, permanecerá por mais uma semana na onda roxa - com funcionamento apenas dos serviços essenciais - somente a macrorregião Nordeste, que está com 99% de ocupação da UTI exclusivo covid. Desde sábado (17/4), sete das 14 macrorregiões do Estado já haviam progredido para a onda vermelha.

Do ponto de vista das microrregiões, nove das 89 continuam na onda roxa. Além das quatro micro que compõem a região Nordeste, metade da região Centro segue com medidas mais rígidas. São elas: Guanhães, Itabira, João Monlevade, Ouro Preto e Sete Lagoas. Outras micro poderão avançar para a faixa amarela. São elas: Manga/Januária, Araçuaí, Diamantina, Serro, Patrocínio/Monte Carmelo, São Sebastião do Paraíso.

Avaliação

O governador Romeu Zema pontuou a necessidade de a população manter os cuidados para evitar a propagação do vírus. “Temos que analisar os resultados técnicos. Entendemos que podemos avançar para a onda vermelha em quase todo o estado, mas é fundamental compreender que a pandemia continua, que todos os cuidados como uso de máscara e higienização das mãos- são necessários, e que só a vacinação é a solução definitiva”, destacou.


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