Secretária diz que casos de gravidez de alto risco devem ser atendidos no Hospital Regional e os de baixo risco no São Lucas

No entanto, uma estrutura ainda precisa se criada para que o HSL passe a realizar os atendimentos

por Odair Cardoso
08/08/2019 - 17h40

Patos Já - Secretária diz que casos de gravidez de alto risco devem ser atendidos no Hospital Regional e os de baixo risco no São Lucas

O caso da jovem grávida que esta semana chegou a acionar a Polícia Militar, denunciando falta de informação e possível negativa de atendimento entre os hospitais São Lucas e Regional, levanta questões importantes sobre onde os atendimentos destinados às gestantes em situação de baixa e alta complexidade deve ser feitos. Na manhã desta quinta-feira (8/8) a secretária de saúde de Patos de Minas, Denise Fonseca, explicou que ajustes estão sendo feitos para resolver a situação.

A secretária lembrou que por meio da Rede Cegonha, que é um programa desenvolvido para o planejamento reprodutivo e atenção humanizada à gravidez ao parto e ao puerpério, ficou definido que o Hospital Regional Antônio Dias, passa a atender apenas os partos de alto risco, e o Hospital São Lucas fica responsável pelos casos diagnosticados como de baixo risco. No entanto, Denise Fonseca ponderou que existe a necessidade do HSL se organizar.

De acordo com a secretária, para os atendimentos no São Lucas dos casos de intercorrências obstétricas de baixo risco, que antes eram realizados no Regional, falta criar uma estrutura com apoio do município, uma vez que para isso, é necessário a contratação de profissionais, compra de equipamentos, e previsão de medicamentos. Denise Fonseca admitiu que há um atraso no prazo estabelecido, para a implementação da mudança. Segundo ela, a alteração nos atendimentos deveria ter ocorrido desde o dia 5 de agosto.

No entanto, devido as dificuldades, ainda não foi possível cumprir o que foi definido pela rede. O encontro realizado na manhã desta quinta-feira no gabinete do prefeito José Eustáquio, com a presença de representantes do grupo Pró-Saúde, que administra o Hospital São Lucas, foram discutidos vários pontos, para buscar soluções.


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