26 de março: Dia Mundial de Conscientização Sobre a Epilepsia
Cerca de 3 milhões de pessoas lidam com a doença no Brasil
O Dia Mundial de Conscientização Sobre a Epilepsia é um esforço internacional dedicado a aumentar a conscientização sobre a doença. Em 26 de março, pessoas ao redor do mundo são convidadas a usar a cor roxa e promover eventos que tragam esclarecimento sobre a epilepsia.
No ano passado, mais de 85 países em todos os continentes participaram do “Purple Day” ou Dia Roxo, em tradução livre. A condição afeta pessoas desde a Idade Média, onde era considerada uma manifestação espiritual, frequentemente associada à ideia de possessão.

Inclusão
As associações negativas traziam aos portadores um sofrimento adicional, imposto pelo preconceito. Segundo o neurocirurgião Talles Caixeta, os pacientes não apresentam graus de limitação e não possuem contraindicações de realizar atividades sociais e profissionais.
“É de extrema importância esses indivíduos serem incluídos na sociedade e no mercado de trabalho”, destacou o neurocirurgião.
Calcula-se que, a cada 100 pessoas, uma tenha a doença. Grandes figuras ilustres da história, como o pintor holandês Van Gogh e um dos maiores escritores da história brasileira, Machado de Assis, tinham um grau diferente da doença e passaram por tratamentos específicos.
Como Ajudar
A causa ainda é desconhecida, podendo ser uma lesão no cérebro, decorrente de uma forte pancada na cabeça, ou uma infecção grave, como meningite, por exemplo. Conforme o médico, em outros casos, a origem pode ter relação com a má formação congênita do cérebro.
Para familiares e amigos de pessoas que convivem com a condição, a atenção deve ser redobrada para saber como proceder ao presenciar uma crise. Diferente da convulsão, cerca de 3 milhões de pessoas lidam com a doença no Brasil. No mundo, são R$ 50 milhões.
“Se você estiver sozinho, você vai deitar a pessoa, elevar o queixo dela e colocar a cabeça de lado para que ela não vomite e aspire o conteúdo”, explicou Talles.
A causa ainda é desconhecida, podendo ser uma lesão no cérebro, decorrente de uma forte pancada na cabeça, ou uma infecção grave, como meningite, por exemplo. Conforme o médico, em outros casos, a origem pode ter relação com a má formação congênita do cérebro.
Para familiares e amigos de pessoas que convivem com a condição, a atenção deve ser redobrada para saber como proceder ao presenciar uma crise. Diferente da convulsão, cerca de 3 milhões de pessoas lidam com a doença no Brasil. No mundo, são R$ 50 milhões.
“Se você estiver sozinho, você vai deitar a pessoa, elevar o queixo dela e colocar a cabeça de lado para que ela não vomite e aspire o conteúdo”, explicou Talles.
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