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SRAG: quando os sintomas respiratórios exigem atenção redobrada

Síndrome pode começar como gripe comum, mas evolui rapidamente e pode levar a casos graves; prevenção e vacinação são essenciais

Por: Redação PatosJá

Fonte: Matheus Borges

Publicado em: 9:59 09-04-2026

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SRAG: quando os sintomas respiratórios exigem atenção redobrada

A Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é um quadro clínico caracterizado por sintomas respiratórios intensos que podem evoluir rapidamente e exigir atendimento médico urgente. Apesar de não ser uma doença específica, a condição pode ser causada por diferentes vírus e bactérias, como o da gripe (Influenza), o coronavírus da Covid-19 e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), comum em crianças pequenas.


A transmissão ocorre de forma semelhante a outras infecções respiratórias, principalmente pelo ar, por meio de gotículas liberadas ao tossir, espirrar ou falar, além do contato com superfícies contaminadas ou com pessoas infectadas.


Os primeiros sinais costumam se parecer com os de uma gripe, como febre, tosse, dor no corpo e cansaço. No entanto, a piora do quadro pode indicar gravidade. Entre os principais sinais de alerta estão dificuldade para respirar, respiração acelerada, febre persistente e coloração arroxeada nos lábios ou no rosto. Em crianças, especialmente menores de dois anos, também é preciso atenção a sintomas como recusa para se alimentar e esforço ao respirar. Já em adultos, falta de ar mesmo em repouso, dor no peito e confusão mental são indicativos de agravamento.


Grupos considerados mais vulneráveis como crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas têm maior risco de desenvolver formas graves da síndrome.


A orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em casos leves, como febre e tosse. Já situações com dificuldade respiratória, febre que não cede ou sinais de agravamento exigem atendimento imediato em unidades de urgência, como UPAs e hospitais.


A principal forma de prevenção continua sendo a vacinação, disponível gratuitamente nos postos de saúde, além de medidas simples como higienizar as mãos com frequência, evitar aglomerações, manter ambientes ventilados e usar máscara ao apresentar sintomas gripais.

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